O que vazou exatamente?

Alguém flagrou um link provisório de um produto chamado DrumFreak hospedado no próprio site da Arturia, encaixado entre as demais entradas Freak, sem nenhuma imagem do aparelho. Não ficou no ar. Segundo a Synth Anatomy, a página apareceu e depois foi retirada, e segundo a Gearnews tudo se resume a « um vazamento no site da Arturia », e não a um anúncio.

Os detalhes daquela página não merecem muita atenção. Havia um preço de « 1 dólar », que os redatores acertadamente chamaram de valor fictício de desenvolvimento, e não de preço real. O texto de descrição teve o mesmo destino: um usuário com experiência em redação apontou que era texto de preenchimento padrão, não uma ficha técnica. Encare isso como um nome e uma categoria, nada mais.

Em que isso difere de uma DrumBrute?

É aqui que a coisa realmente importa. As publicações apresentam a DrumFreak como uma máquina baseada em samples carregando « DNA Freak », um terreno diferente do da família DrumBrute da Arturia, aquelas caixas construídas sobre um motor de bateria puramente analógico. O lado Freak, por sua vez, é o híbrido: o MicroFreak é um sintetizador híbrido parafônico, o MiniFreak um polissintetizador de seis vozes, ambos em versão hardware e software. Uma bateria eletrônica inserida nesse mundo sugere samples aliados à interface Freak, lúdica e voltada à modulação, em vez de circuitos analógicos por voz.

Um nome, uma categoria e um dólar de preço falso. É todo o vazamento confirmado, e já basta para a sala comentar.

O que as pessoas estão de fato dizendo?

No KVR o clima é de otimismo cauteloso. Um usuário resumiu a aposta sem rodeios: « Se o resto da linha Freak servir de referência, deve ser boa. » Outros pedem uma versão em plugin ao lado do hardware, como acontece com os demais instrumentos Freak, e alguém lançou uma comparação com um Battalion em versão hardware. Ninguém afirma ter informação interna. Todos leem a mesma página que sumiu.