Para Jeff Mills, a techno não é nostalgia: ele está a construir o seu futuro
O arquiteto da techno recusa-se a deixar a música viver no seu passado. Aos 63, o pioneiro de Detroit ainda mistura em três pratos sem botão de sync, entende a techno como educação e não entretenimento, e no mesmo mês em que celebrou os 30 anos do seu directo mais famoso lançou um álbum conceptual de ficção científica totalmente novo. Honra o passado sem ter saudades dele, e aponta tudo em frente.

